2014: Year of Emergence Translations-Portuguese



2014: Ano de Emergência


Muito tem sido dito do tempo em que estamos a viver - o conceito e a ideia de que 2012 foi um ponto de viragem.  
Muitos perguntam: "Quando começa a Idade de Ouro?"  
Mas para onde quer que se olhe no planeta neste momento, as coisas parecem estar longe de serem douradas. 
A destruição ocorre em níveis brutais. Isso está a acontecer.
Contam-nos histórias que não são verdadeiras, a fim de nos convencer a concordar com políticas e ações que só trazem mais destruição.
Então, por que concordamos? Quando começou tudo?
Em 2011, eu gravei uma mensagem chamada "Ano da Iluminação". Nessa mensagem, falei sobre como quando as coisas se tornam iluminadas, vemos tudo. Vemos as sombras tão fortemente como vemos a luz.
Os mais iluminados do planeta são aqueles que já viram as sombras mais fortes, aqueles que entendem a dor e sofrimento do que ocorre na Terra por tantas pessoas. E assim o seu foco vai para a criação de mais luz.
 Somos Um - uma consciência, um coletivo. Mas estamos muito divididos nas nossas opiniões e nossas formas de ver o mundo.
Alguns dos que ouvem esta mensagem vão ficar irritados e discordar com algumas das mensagens. E isso é exatamente o que se quer.
Querem-nos divididos enquanto povo. Pois quando estamos divididos, quando lutamos uns com os outros, quando estamos com medo do que está acontecendo, ficamos impotentes.
E quando ficamos impotentes, não interferimos com as coisas que estamos a ser chamados para decidir.
 
O mundo não é preto e branco. E nenhum argumento é preto ou branco. Há sempre tons de cinza.
 
E no entanto, enquanto povo temos sido tão treinados para ter medo. Somos bombardeados com imagens, mensagens que subliminarmente nos assustam sobre as vidas, sobre quem somos e sobre o mundo.
Esquecemo-nos do nosso espírito. Esquecemo-nos de sintonizar o espírito do nosso coração, o nosso corpo interior, a nossa mente, o nosso eu superior.
 
Muitas dessas afirmações e conceitos serão ridicularizados, gozadas mas é simples. Dentro de si existe um batimento cardíaco, batimentos esse que faz circular o sangue através do seu corpo, o que o mantém vivo.
 
O seu espírito tem um batimento cardíaco, a sua alma tem um batimento cardíaco. E é a parte de si que o ensina e conduz a um maior crescimento; encorajando-o a dar um passo em frente, a tornar-se maior, de sentir mais.
 
Crescer é um processo interior. Não se trata de realização externa. Não se trata de ser uma pessoa extrovertida. Mas trata-se de permitir-se sentir - mais e mais e mais.
Muitos argumentam que não querem sentir a dor do mundo. Não querem ver o sofrimento. No entanto, é onde o poder e o esclarecimento se encontram. Porque existem, estão aqui. E se você os ignora é porque há se identifica com esse sofrimento.
 
Não é surpreendente. Quando se vive num planeta com um campo de energia destes, não se consegue evitar sentir que a vida e os sentimentos circulem através de si.
 
Mas a grande verdade deste tempo é que agora estamos a ser chamados de volta para dentro de nós mesmos, do nosso eu superior.
É um sentimento.
É a diferença entre o dia que anda na rua sentindo-se vivo, aberto e grato pelo que está a acontecer na sua vida, o que está vendo, experimentando, grato pelas árvores que contempla, pelos belos edifícios, a agradável conversa que acaba de ter com um amigo querido.
 
Esse sentimento é o que precisamos para crescer - mais e mais e mais, o tempo todo.
Mas aqueles que têm agendas destrutivas para o planeta (e essas pessoas existem) não querem que você viva mais na sua luz. Não querem que viva mais no seu amor.
 
Onde quer que se tenham infiltrado na sociedade, e eles estão lá desde o início, criaram um modelo de medo que se move através de todos nós.
Muitos de vocês não vão gostar do que eu estou a dizer. Pode sentir que é errado focar no negativo. Mas não podemos ignorar o negativo.
 
Como almas e como seres espirituais podemos ver tudo tão perfeito.
Podemos confiar que tudo isto é uma viagem e que existe um destino no Planeta Terra.
Mas também temos o livre arbítrio.
Nós também temos a oportunidade de todos os dias tornar não só as nossas vidas, mas também as vidas daqueles ao nosso redor, um pouco melhor.
 
Mas só fazemos isso quando confiamos no que está dentro de nós.
 
E confiar em quem você é por dentro, obriga a uma consciência incrível, diligência e um acordo consigo mesmo de revisitar tudo o que já experienciou na sua vida e sentir o que não sentiu.
Vai concordar que hoje, vai acordar para ver tudo o que está a acontecer ao seu redor.
E se perceber que está com muito medo de ver isso, vai ter o cuidado de dar a si mesmo tempo, mas mantendo essa intenção.
 
2014: O Ano da Emergência irá pedir-lhe para emergir.
Alguns de vocês irão emergir através de "emergências" para onde estarão a canalizar a vossa energia (ajudando os outros ou sentido em vocês mesmos) e que vão mostrar a força que não sabia que tinha, uma vida interior que você não sabia que tinha.
O mundo precisa de nossa ajuda. Mais uma vez, uma frase que alguns de vocês não vão gostar de me ouvir dizer.
 
Você é livre para discordar. Todos nós somos livres de discordar.
 
Mas se tentar mudar as opiniões dos outros, porque não gostamos que discordem de nós, então estamos a deitar fora a própria guerra que este planeta tem travado durante séculos.
 
Essa energia da guerra é potente. Ela sobrevive no medo e mata onde quer que vá .
Nem sempre pode escapar do escuro.
Às vezes pode estar a lidar com uma sensação ou experiência de escuridão na sua vida.
 
Mas quanto mais colher e nutrir sua própria luz interior, mais se tornará numa forte força de luz e de amor.
E isso pode iluminar toda a escuridão. Porque a escuridão prospera no seu medo.
 
De tempos a tempos, podemos sentir medo e processá-lo através do nosso corpo, mas se agirmos ou reagirmos com medo vamos estar a jogar no campo da energia da guerra.
 
Este universo é tão grande e nós somos um planeta dentro dele, uma raça de pessoas; mas existem tantas energias que se podem sentir para além do corpo humano, além da raça humana.
 
Alguns chamam a isso "eu superior", alguns chamam "anjos", alguns chamam "Grande Espírito", há muitos nomes. É a sua parte que abre o coração diariamente para sentir mais. Para sentir amor ou compaixão pelo próximo, de fazer algo por alguém que sabe que está a precisar.
 
Muitos de vocês já atingiram um lugar onde isso é cada vez mais fácil. Já não são manipulados pelos desejos de outras pessoas.
 
Aprenderam a traçar o limite onde é necessário um limite, se alguém estiver a tentar tirar-lhe em vez de estar aberto ao que você pode dar. Existe uma grande diferença entre ambas situações.
 
Confie que o seu caminho conduziu este ano a revelar a sua energia de serviço.
 
Talvez este ano seja somente sobre criar os seus filhos com todo o amor que puder; e isso será suficiente.
Talvez este ano seja acerca de ajudar o meio ambiente, tanto quanto puder, e isso será suficiente.
 
Somos uma grande tapeçaria de pessoas e, aqui entre nós, se emergirmos mais e mais, podemos trazer mais luz a onde é necessária.
 
Então vai emergir?
Vai emergir na sua vida e para este mundo de uma forma maior do que alguma vez antes o fez?


2013 Ano da Comunidade

 

Estamos a mudar. Nós estamos a mudar. Estamos a entrar num corajoso novo mundo.

 

Corajoso porque será preciso coragem para enfrentar alguns dos novos desafios; novo porque sentimentos mais do que a mente vão agora tomar a liderança na nossa sociedade e planeta.

 

Chegamos ao fim do caminho no que diz respeito aos antigos modos e antigos recursos. Por isso, agora usamos os nossos recursos interiores para criar o novo e adaptar, tal como muitas gerações antes de nós aprenderam a adaptar-se.

 

A mudança que enfrentamos é de um nível superior.

Nós, enquanto seres humanos, temos programadas na nossa memória celular todas as mudanças pelas quais a humanidade já passou. Mas nunca até hoje o campo de mudança foi tão vasto.

Isto é entusiasmante e, algumas vezes, intimidante.

Vivemos num planeta de dualidade e a dualidade continuará a ser a experiência enquanto nos dirigimos para um maior sentido de poder pessoal e, através deste, de conexão comunitária.

Durante muitos anos fomos ensinados a desconectar dos outros, desconectar de nós mesmos, mantermo-nos pequenos, temer a falta, querer mais. São ensinamentos exteriores que nos mantiveram presos enquanto grupo num ciclo de vontade, necessidade, solidão, perda, separação.

Assim temos sido mas estamos a mudar.

E embora a viagem da separação até ao Uno possa parecer ideal, pode ser uma viagem turbulenta por vezes.

Pode ser intensa para todo o sistema, pode te levar rapidamente para lugares desconhecidos dentro de ti. E isto, para muitos de nós, tem acontecido de formas cada vez mais rápidas nos últimos anos.

Para aqueles de vocês para quem tudo isto é familiar, 2013 trará um pouco mais do mesmo mas trará principalmente muita expansão e vida.

Muitos à vossa volta irão passar por esta necessidade interior que os atirará para mais sentimento. E dependendo da forma como são capazes de navegar e apoiar-se durante esta viagem, irá afectar a forma como agem e reagem.

Lembrem-se, tudo é energia.

Por isso, ao conseguirem centrar-se em vocês mesmos na presença dos outros serão capazes de oferecer um novo ‘tecto’ , uma nova forma de ser. E é uma forma de estar interior que descobrem através de todos os altos ensinamentos e exemplos que recebemos ao longo dos anos.

Estás a integrar esses aspectos no teu corpo e a fundi-los com a tua personalidade única, a tua alma única, o tempo campo energético uno.

E, enquanto o fazes, tornas-te mais. Tornas-te um. Tornas-te inteiro.

Não te surpreendas se isolamento e solidão fizerem parte desta viagem pois, para te tornares inteiro, tens que te libertar de qualquer ideia de separação ou isolamento.

Muitos dos ensinamentos do último século foram desenhados para nos manter no lugar.

Para aqueles que têm consciência disso, não há vitimas nesta experiência. É tal como é.

E compreendam que aqueles que estão no poder estão a perder poder. Aqueles que têm tido poder sobre outros estão a passar por reequilíbrios tal como todos nós.

O novo mundo vai ser um de verdadeira comunidade – um no qual quem és e o que tens para dar é vital para o futuro da vida no planeta Terra.

Em 2013 mais do que nunca, tem consciência de onde colocas a tua atenção e onde te focas.

Estás focado no medo que as notícias transmitem? Estás concentrado na violência tão celebrada na nossa cultura popular? Como é que o medo e a violência te fazem sentir?

Repara nisto e pergunta a ti próprio porque necessitas desse foco externo para fazer circular o medo e adrenalina pelo teu sistema. É um padrão de comportamento que nos foi passado e encorajado. Ajuda-nos a desconectar dessas mesmas coisas.

E agora é mais difícil que nunca estas desconectado.

Comportamentos desconectados tiveram um preço para o nosso planeta, tal como tiveram no nosso desenvolvimento pessoal. E quando o nosso crescimento pessoal é posto à prova, o crescimento do planeta também o é.

Por isto mesmo, muitos nos últimos anos sentiram a necessidade de mudar quem são, as suas crenças, o modo como tratam do seu corpo. E esta onda continuará a crescer.

Muitos de vocês são já lideres da nova Terra.

Não vai ser sempre fácil. Tanto quanto a positividade acerca do futuro é vital, também a realidade o é.

Os recursos no nosso planeta não nos podem apoiar da forma que têm feito até agora. Adaptar-nos-emos mas será trabalhando comunitariamente, nas áreas que nos apaixonam pessoalmente que criaremos a tapeçaria da mudança.

Por isso mesmo, ficar em casa sentado à espera que os outros criem a mudança que desejas ver acontecer, não irá funcionar.

Das palavras mais sábias que algum ser humano proferiu foram: ‘Sê a mudança que queres ver.’

Ser uma vitima é desconfortável. Não é uma posição divertida. Não é um lugar expansivo para se estar. E tornamo-nos vitimas quando apontamos o dedo e culpamos os outros.

Culpa e fúria irão atrasar-nos. Se não gostas daquilo que as pessoas à tua volta fazem, torna-te o equilíbrio, focando a tua energia no oposto. E através desse comportamento, serás um exemplo.

Estamos conectados e apanhamos a energia uns dos outros. Enquanto sociedade, fomos treinados para utilizar palavras e autorizar as nossas mentes a liderarem, não é verdade que  as palavras dos outros seja o que nos afecta. A verdade é que a energia dos outros nos afecta; as palavras são somente a representação e exteriorização da energia.

Sabes que isto é verdade. Quando entras numa sala, não precisas de conversar com ninguém que está do lado oposto para saberes que algo nessa pessoa te atrai.

A energia fala e continuará a falar, alto no nosso planeta – mas também será necessária acção e a união de forças da comunidade para que esta mudança planetária ocorra.

E a boa noticia é que, quando te entregas ao planeta para criares a mudança que desejas ver no planeta, para as pessoas e criaturas da Terra, acordas. Sentes-te mais vivo do que alguma vez antes. O teu corpo sensitivo gozará o momento como nunca antes.

Como grupo, fomos durante muito tempo encorajados a manter os nossos sentidos adormecidos. Não é culpa do teu vizinho. Não há uma pessoa a quem responsabilizar por isto. É simplesmente a forma como temos vivido.

E embora haja sempre escolhas a ser feitas para cada um de nós, há também um destino. E este tempo estava-nos destinado.

Este é um tempo de grande mudança. E nós, os seres humanos que estamos aqui agora, fazemos as escolhas de quão longe queremos que esse destino chegue.

Responsabilidade é uma energia que se encontra em alta entre muitos de vocês. Lembra-te, és somente uma pessoa e não te podes responsabilizar por aquilo que está à tua volta e te entristece ou que te enfurece. Mas podes te responsabilizar pelo que podes fazer para mudar o que está à tua volta.

Este é um processo de te tornares aquilo que descrevo. E dependendo de onde te encontras nesse processo, podes te sentir vivo e pronto ou cansado e a largares alguns aspectos da tua antiga personalidade e crenças, processo este que pode ser desconfortável.

Compreende que as energias no nosso planeta estão cada vez mais rápidas. Isto afecta-nos também.

Por isso entrega-te  ao que o teu corpo pede. Se o teu corpo pedir, deita-te durante o dia, se é isso que precisas e podes fazer.

Começa a confiar no teu corpo e nos seus sentidos. A falta de sensibilidade foi o que permitiu que muitos se mantivessem cegos ao que acontecia ao seu redor.

Os últimos anos trouxeram luz sobre muitas verdades – da vida, energia e espírito e dos poderes do mundo e dos sistemas que tantos nos oprimiram quanto nos apoiaram.

Culpa e fúria atrasam-te e são simples partes do processo de luto.

Se precisas de sentir estes aspectos para os fazer depois sair do teu sistema, uma vez que os tens carregado contigo ao longo dos tempos, faz esse processo. Mas não o uses no mundo, pois assim só se reciclará fúria, culpa, julgamento, energias que não promovem vida, mas bloqueio de energias e morte.

A fúria, enquanto movimento energético, é algo que faz parte de nós enquanto seres humanos. Mas utilizar fúria sobre outros só recicla maia e mais opressão e medo.

Sensíveis, conheçam os vossos limites. Muitos de nós trabalhamos neles nos últimos anos para nos fortalecemos e preparamos para o nascimento deste novo mundo para o qual contribuiremos.

Mas se te sentes tão sensível ou pouco preparado, foca-te no teu corpo. Ajuda-o a ultrapassar os seus traumas, dá-lhe o espaço e sossego que precisa até se sentir mais forte. A seguir recentra-te e será mais fácil para ti ocupares o teu lugar.

Os próximos dois a três anos (no que diz respeito à experiência do vosso coração, vida, sentimentos, da compreensão do ‘grande filme’ da teia da vida e como experimentamos a vida) vão ser cheios de fantásticas e novas experiências.

Mas também vão assistir à desmontagem da vossa antiga casa, ao empacotamento e, em alguns casos, desmoronamento.

Vai ser preciso tempo para ajustar.

Por isso, mais do que qualquer outra coisa, sejam bons para vocês mesmos.

Muito do que nos foi ensinado na sociedade, estava desenhado para sermos duros connosco mesmos. Seja esse julgamento sobre a vossa aparência, a forma de ser ou sobre aquilo em que julgas não ser bom.

Reconhece que todas essas ideias são ilusões que nos foram alimentadas. Mas quando elas combinam com emoções, essas ilusões tornam-se bastante reais dentro de nós.

Assim, se fizeres um único compromisso para 2013, que seja seres bom para ti mesmo.

Asseguro-vos que, se vos fosse dada uma sentença de morte numa ou duas semanas, começarias a ser mais benevolente contigo mesmo, abririas os sentidos de forma a que, no vosso sopro final possam realmente respirar e experimentar o que esta experiência planetária tem para vos oferecer.

Sê generoso contigo mesmo e com a comunidade.

Porque é na comunidade que reside a nossa força.

Na comunidade reside o nosso poder. E esta teia da vida levará a Terra e o nosso povo para um novo plano de existência.
 

No comments:

Post a Comment